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domingo, 10 de julho de 2011

Por que o Alzheimer se manifesta numa idade mais avançada?

Por que o Alzheimer se manifesta numa idade mais avançada?

Colaboração de Sandra Petris
Um novo modelo de saúde está surgindo como 
resultado de uma busca humana que tem levado 
de volta ao conhecimento antigo, agora 
apoiado ou justificado pelos novos conceitos 
da física quântica e einsteineana.
Esse novo modelo considera o ser humano em 
todos os níveis, inclusive o mais esquecido no 
nosso mundo cientificista: o espiritual. 
Além disso, esse novo modelo exige que 
o paciente assuma responsabilidade pela 
sua cura, que compreenda que as 
pressões, estados emocionais e estresses 
do passado o conduziram à doença. 
Em conseqüência,mudanças no estilo de vida 
e das atitudes são exigidas como necessárias à cura.
O princípio básico dos Florais é a fixação da 
essência da vida, da energia vital das flores, 
num veículo – a água. 
Aparentemente simples, o processo da Terapia Floral 
lida com aspectos mais sutis da energética humana. 
A trajetória do Floral passa pelas seguintes fases:
• A assimilação é feita no sistema circulatório;
• A essência fica entre os sistemas circulatório e nervoso e se 
geram correntes eletromagnéticas entre eles;
• A essência se move para os meridianos e daí para os corpos sutis e 
para o nível celular, no corpo físico. De acordo com a sabedoria antiga, 
a força vital trabalha através do sangue e a consciência atua através do 
cérebro e dos nervos.
Tanto o sistema nervoso como circulatório tem propriedades semelhantes 
à do quartzo e no sistema nervoso situam correntes eletromagnéticas que 
são usadas pela alma para estimular o corpo. 

A sabedoria antiga também ensina que os portais de entrada da força vital 
no corpo são: o corpo etérico e o fluído etérico, os chakras e a pele.


É, portanto, por esses portais que a vitalidade das plantaspassa e 
trabalha no sentido de harmonizar e equilibrar o ser humano. 

Os Florais focam mais intensamente os estados emocionais e mentais, 
mas é obvio que quando atuam nos padrões emocionais e mentais, 
há cura no físico e crescimento espiritual.

O Dr. Bach foi o descobridor dos florais. Outros seguiram sua trilha e 
estudos de plantas são desenvolvidos no mundo inteiro. 
Desconhecidas por muitos, ridicularizadas por alguns, as essências florais 
ganham, silenciosamente terreno.


Estão sendo mais e mais utilizadas no mundo com resultados surpreendentes. 
Representam aquilo que é a arma da mais silenciosa revolução que acontece: 
a revolução nos processos de cura e a instalação de um novo modelo de 
saúde onde a pessoa é considerada em sua totalidade.


Um modelo que permite que, de modo suave, a consciência se amplie e 
se faça enfim, a religação com o Espírito que nos criou e sustenta 
a todos e que seja possível à manifestação de saúde, bem –estar e harmonia.”



A integração: Virtudes - Saúde

“Devia ter amado mais, ter chorado mais, ter visto o sol nascer. 
Devia ter arriscado mais, até errado mais, ter feito o que eu queria fazer. 
Queria ter aceitado as pessoas como elas são. 
Cada um sabe a alegria e a dor que traz no coração. 
Devia ter complicado menos, trabalhado menos, ter visto o sol se pôr. 
Devia ter me importado menos, com problemas pequenos, ter morrido de amor. 
Queria ter aceitado a vida como ela é. 
A cada um cabe alegrias e a tristeza que vier”. (Titãs)


A frase “envelhece-se como se vive”, nos coloca diante de uma 
realidade inquestionável: ninguém deixa de ser o que era ou passa 
a ser o que nunca foi. Aqui vários questionamentos me surgem:

Por que o Alzheimer se manifesta numa idade mais avançada?
Por que é uma doença onde se destrói os neurônios? 
É para esquecer o quê? 
Para se redimir do quê? 
Qual será o motivo de seu alarmante crescimento?





Enquanto jovens, adultos jovens, somos capazes de mascarar 
a nossa fragmentação interna ainda que uma vez ou outra há quem 
perceba que estamos mais rígidos do que o normal, menos risonhos, 
mais isolados...
Mantemos as aparências seja pelo papel que desempenhamos, 
seja pela função que tenhamos na família, na sociedade, no trabalho, 
mas com o passar dos anos, não suportamos tamanha desestruturação 
e nos fixamos no estágio, no tempo, revivendo a memória de nossas fragmentações.


Não podemos ver o Alzheimer de forma linear (causa e efeito), porque 
a experiência no trato dia-a-dia com portadores de Alzheimer, nos revelam 
que a evolução da demência em cada paciente é singular, muitas vezes 
contradizendo até mesmo o que a literatura revela sobre o assunto. 
Mas podemos apontar algumas considerações observadas:

 Na evolução do Alzheimer, a falha se torna 
bastante acentuada;
• A mudança de humor, a dificuldade diante do novo, 
as crises de depressão são cada vez mais presentes;
• Urge a necessidade de rotina;
• O ambiente sadio, com pessoas que gostem do que fazem, 
que demonstrem amor e carinho para com o paciente, um clima 
acolhedor, que transmita segurança e aconchego, é de suma 
importância para que haja melhoria do quadro de Alzheimer;
• A agressividade de alguns fica à flor da pele;
• Quanto mais a família se faz presente com demonstrações de 
carinho e incentivo, maior probabilidade de pequenos ganhos de 
melhora ou retardo do quadro da evolução;
• A falta de estímulo aumenta a passividade.
• Alguns pacientes não se abatem fisicamente, não apresentam perda 
da polidez e nem da mansidão, e são capazes de se passarem por pessoas 
lúcidas e sadias.


Diante desse quadro, nos arriscamos supor que a provável causa do Mal de 
Alzheimer está alicerçada no orgulho, na instabilidade, na ambição, 
no ódio, no medo, na inveja e na passividade que a pessoa vivenciou 
no seu interior ao longo da trajetória de sua existência.


Na conjuntura atual, o tratamento dado ao portador de Alzheimer, 
percebe os pacientes como verdadeiras cobaias humanas.
Como não se sabe a causa e não se supõe a cura, trata-se a 
conseqüência e não a pessoa. É comum ver as pessoas impregnadas 
com a medicação que por um lado ajudam a conter a irritabilidade, 
a agressividade, o delírio, mas impedem que a pessoa esteja alerta 
à realidade ao seu redor; ajudam a retardar a perda da lucidez, 
mas acelera a perda de peso, provoca diarréias ou prisão de ventre.


Não haverá possibilidade de cura, se não se levar em consideração o 
todo da pessoa, porque o físico sofre, mas o espírito também. 
Como afirmar que a demência impede a pessoa de sentir a presença de
um filho que há muito tempo não via e reconhecê-lo, mesmo quando 
não sabe nem mesmo onde é o banheiro? Como explicar a sensibilidade que se 
percebe no dia das Mães, do Natal, mesmo quando a pessoa não fala ou não anda?
Se houvesse a possibilidade de experiências do uso dosFlorais de Bach 
para ajudar a resgatar a força vital dentro dessas pessoas, o corpo não 
reagiria de forma diferente? Como gerar alívio do sofrimento apenas através 
de drogas se há uma cisão interna na pessoa?


Como dizia Dr. Edward Bach: cura total vem essencialmente de dentro de nós,
da própria alma que por meio da bondade do Criador, erradia harmonia do 
começo ao fim da personalidade, quando se permite que assim seja.

Não podemos afirmar a cura, mas a prevenção da demência, 
resgatando a virtude necessária bem antes que a doença se instaure, 
bem como evitar que haja uma evolução da fase leve para a grave. 



A partir da realidade observada, sugerimos algumas flores que auxiliem nesse 
estágio de prevenção, mas um questionamento permanece: como ajudar os
pacientes dos casos mais severos de Alzheimer? O trabalho diário com estes
pacientes nos aponta para um caminho eficaz: a espiritualidade. 
O que nos falta é o que a ciência pede: “provas concretas”.



Texto de Maria Duques, Terapeuta Floral e Escritora.

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Quem sou eu

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Pinheiral, Rio de Janeiro
Terapeuta Holística residente em Pinheiral.Diretora do ESPAÇO SO HAM DE TERAPIA HOLÍSTICA. Comprometida com todas as formas de terapias complementares e energéticas.
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